Notícias

  • 09/05/2019

    Confira o balanço financeiro e operacional do primeiro trimestre de 2019

    A Telefônica Brasil divulga, nesta quinta-feira (9), o balanço financeiro e operacional do primeiro trimestre de 2019. No período, a empresa registrou lucro líquido de R$1,3 bilhão, representando um crescimento de 22,2% em comparação ao igual período do ano passado. Já o EBITDA recorrente – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – foi de R$ 3,9 bilhões, com crescimento anual de 2,9% e margem EBITDA de 35,6%, um aumento de 0,4 ponto percentual frente ao primeiro trimestre de 2018. 
     
    A Receita Líquida cresceu 1,7% contra o ano anterior, dado o sólido desempenho das receitas de serviço móvel, aparelhos e banda larga. Adicionalmente, o fluxo de caixa livre da atividade de negócio apresentou crescimento de 16,1% no trimestre, atingindo R$ 1,2 bilhão.
     
    “Nossos resultados seguem refletindo os esforços realizados para a captura de receitas em dados e serviços digitais e no contínuo controle de custos. A sólida expansão do lucro operacional e o foco em digitalização nos permite entregar ao cliente o melhor serviço e experiência, e aos acionistas uma atrativa remuneração” explica o Chief Financial Officer da Telefônica Brasil, David Melcon.
     
    O investimento da empresa no período somou R$1,7 bilhão, com crescimento de 9,6% quando comparado ao igual período do ano anterior. O foco esteve na expansão da rede FTTH (fibra), que chegou a nove novas cidades no primeiro trimestre, e na ampliação da cobertura e capacidade das redes 4G e 4.5G.
     
    “Nossos investimentos continuarão direcionados à expansão das melhores tecnologias das redes móveis e fixa. Encerramos o primeiro trimestre com 1.022 municípios com rede 4.5G, além de 130 cidades, espalhadas por todo o país, com a tecnologia de FTTH. Até o final do ano serão mais de 20 novos municípios com a rede FTTH, mantendo o ritmo acelerado de expansão que tivemos em 2018” explica Christian Gebara, presidente-executivo da Telefônica Brasil. 
     
    Liderança em negócios de maior valor
    No serviço móvel a Vivo segue na liderança isolada, com participação de mercado de 32,1% –  registrada em março de 2019 –, 7,5 pontos percentuais acima do segundo colocado. A base de acessos pós-pagos cresceu 9,4% no período e representa 55,8% dos acessos móveis, um incremento de 5,9 pontos percentuais no comparativo anual, mantendo a liderança deste mercado com share de 40,1%, registrado em março de 2019. Na tecnologia 4G a Vivo também segue líder, com participação de 31,2%, mantendo a qualidade de base de clientes e estratégia da empresa centrada em dados e serviços digitais.
     
    A receita líquida móvel registrou crescimento de 4,7% no período, influenciada, principalmente, pelo crescimento de 8% da receita de dados e serviços digitais – que já representa 82,4% de toda a receita líquida móvel –, pela migração de clientes para planos pós-pago com maior valor, e pela maior receita de aparelhos, que apresentou expressivo aumento de 55,1% no trimestre, refletindo o foco que a companhia vem dando a este mercado relevante e em expansão, por meio do poder da marca Vivo e de seus canais de venda, atraindo consumidores de alto valor tanto para as lojas virtuais quanto físicas. 
     
    “Esse movimento é reflexo da atenção e da experiência física e digital que a Vivo oferece aos clientes, seja pelo atendimento via Meu Vivo e Aura (inteligência artificial da Vivo), com facilidade e agilidade, ou nas nossas lojas, que dentro do conceito Tem Tudo na Vivo trazem um ambiente tecnológico e consultivo para atender a todas as necessidades”, explica Gebara.
     
    No mercado de Machine-to-Machine (M2M), a base de acessos segue em forte expansão e atingiu 8,7 milhões de clientes em março de 2019, representando um crescimento de 30,1% quando comparado ao ano anterior. A Vivo segue como líder neste negócio, com 41% de market share.
     
    Fibra eleva experiência do cliente e rentabilidade do negócio
    No segmento fixo, a companhia apresentou queda de 3,2% na receita líquida no período, impactada pela queda nas receitas de voz, devido à maturidade do serviço. Tal queda foi parcialmente compensada pela evolução positiva da receita de banda larga, que a cada trimestre ganha maior proporção sobre o total.
     
    A receita de banda larga cresceu 12,6% no primeiro trimestre, impulsionada pela receita de FTTH, que representou quase um terço, 31,6%, de toda a receita do segmento, e cresceu 49,6% no comparativo anual. A evolução reflete a estratégia da companhia de aumentar a base e a migração de clientes para velocidades mais altas, expandindo os acessos em fibra. Nos três primeiros meses do ano a empresa levou sua rede FTTH, com o Vivo Fibra, para mais nove municípios. Os acessos de internet por fibra apresentaram crescimento de 43,7% no comparativo anual, ultrapassando a marca de dois milhões de acessos.
     
    O impacto positivo dos serviços em fibra é sentido também na receita de TV por assinatura que, embora tenha se mantido estável no comparativo anual – devido a estratégia de não priorizar tecnologias mais maduras, como DTH –, apresentou excelente performance no IPTV (TV por fibra), cuja receita expandiu 45,1% comparada ao mesmo período do ano anterior. O mesmo movimento ocorreu no volume de acessos, que cresceu 43,5% no comparativo anual.
     
    A Receita de Dados Corporativos e TI apresentou crescimento de 4,8% no período, beneficiada pelo forte desempenho das receitas de dados e serviços digitais, o que faz com que o segmento B2B da Vivo seja um dos principais parceiros no processo de transformação digital das empresas.
     
    Em março, a companhia incorporou a atuação da ElevenPaths – unidade global de segurança cibernética do Grupo Telefónica – à sua estratégia de expansão no segmento corporativo, passando a trabalhar com visão e estratégia globais, que se somadas ao modelo de atuação local cria um diferencial em relação aos demais players regionais.
     
voltar