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  • 29/07/2020

    Vivo bate recorde de novos clientes em fibra no segundo trimestre

    O segundo trimestre foi marcado pelo cenário desafiador de retração econômica sem precedentes no País. Toda a incerteza vinda com a pandemia do novo coronavírus também impactou parcialmente os resultados da Telefônica Brasil (Vivo) durante o período. Entretanto, evidenciou a importância dos serviços oferecidos pela empresa, principalmente pela oferta de internet de ultravelocidade. Com o isolamento social e a popularização do home office, o digital passou a fazer ainda mais parte da vida das pessoas. Seja na educação dos filhos, na relação com amigos e familiares, nas consultas médicas ou no trabalho. Conectividade de qualidade tornou-se essencial.

    Entre abril e junho, meses de maior quarentena, a demanda dos consumidores por internet de melhor qualidade refletiu diretamente nas vendas de fibra. Durante o segundo trimestre, a Vivo atingiu seu recorde ao adicionar mais de 210 mil novos clientes nesse serviço, chegando a 2,9 milhões de acessos – um crescimento de 32% quando comparado com igual período do ano anterior. As receitas de fibra já representam 47,8% da receita de banda larga, que teve alta de 6,7% no período. O negócio móvel foi resiliente no segundo trimestre e elevou em 1% seus acessos, com market share de 33%, maior percentual registrado nos últimos 14 anos. O pós-pago, que lidera os destaques deste segmento, cresceu 3,4% no comparativo anual, representando 57,9% do volume total, e segue no topo com 39% de market share.

    Os investimentos no trimestre somaram R$ 1,9 bilhão, com foco na expansão da rede de fibra, que entre abril e junho chegou em 30 cidades – atingindo 216 municípios–, e na ampliação da cobertura 4.5G, hoje em mais de 1,3 mil cidades.

    “Ao longo do segundo trimestre enfrentamos todas as incertezas da pandemia de forma muito resiliente para manter a mesma qualidade prestada em nossos serviços. O cenário de retração econômica influenciou a performance financeira da empresa, mas ainda assim entregamos um resultado consistente e levamos adiante nosso propósito de “Digitalizar para Aproximar”, expandindo a fibra e o 4.5G para todas as regiões do País. Durante o período mais intenso do isolamento social, chegamos a registrar um aumento de 40% no volume de tráfego em nossas redes. Porém, por conta dos elevados índices de investimentos em infraestrutura ao longo dos anos, aliados ao trabalho incessante da nossa equipe de campo - a quem sou muito agradecido - conseguimos manter a qualidade de conexão e inserimos milhares de novos clientes”, explica o presidente da empresa, Christian Gebara. O executivo ressalta que passada a crise, a relação com os clientes será muito mais digital.
    “Durante os meses de forte quarentena incentivamos o uso dos nossos canais online. Tivemos altas históricas nas plataformas de atendimento, como Meu Vivo e Aura, e em nosso comércio eletrônico, com crescimento exponencial de vendas de serviços móveis e fibra”, finaliza.

    Margem EBITDA e geração de caixa em alta

    O EBITDA– lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – reduziu 3,8% no segundo trimestre e alcançou R$ 4,1 bilhões. O resultado é consequência da menor atividade comercial do período em função da pandemia, mas parcialmente compensado pela eficiência no controle de custos. A margem EBITDA foi na direção contrária, com alta de 0,5 ponto percentual atingindo 39,8%. No semestre, essa margem chega a 40,4%, com crescimento de 0,9 ponto percentual.

    O fluxo de caixa livre se manteve resistente e registrou R$ 2,8 bilhões, com aumento de 27% no período. Os custos operacionais, excluindo os gastos com depreciação e amortização, caíram 5,9%, alcançando R$ 6,2 bilhões. Essa queda foi influenciada, principalmente, por menores custos comerciais e com vendas de aparelhos.

    O lucro líquido seguiu estável quando comparado ao primeiro trimestre de 2020 e atingiu R$ 1,1 bilhão. Na comparação anual, a queda foi de 21,6% por conta de menor EBITDA e elevação dos gastos com depreciação. Isso se deu em função de maiores investimentos nos últimos anos e menores declarações de Juros sobre Capital Próprio no período.

    “Mais uma vez a Vivo foi capaz de apresentar uma evolução financeira consistente através de forte redução de custos e crescimento de margens. Adicionalmente, através de otimização na alocação dos investimentos, apresentamos geração de caixa de R$ 5,4 bilhões nos últimos 6 meses. A robustez financeira da companhia nos permitiu antecipar novamente o pagamento de cerca de R$1 bilhão a fornecedores de pequeno e médio porte, contribuindo com a sustentabilidade da nossa cadeia de valor nesse trimestre de muitos desafios”, afirma o vice-presidente de Finanças da Vivo, David Melcon.

    Vivo Hub digital

    Com o isolamento social, as pessoas estão mais interessadas em serviços digitais e conectividade. Neste sentido, a empresa seguirá investindo para ampliar sua cobertura para mais lugares do Brasil e fortalecer sua atuação como um forte e amplo hub de serviços conectados. Seja para pessoa que adquire pacotes Vivo Fibra com Netflix e Amazon Prime Video, por exemplo, ou para as empresas que recorrem à Vivo para serviços de cloud e segurança, oferecidos em parceria com as melhores marcas do setor corporativo, como Microsoft, AWS e outras.

    Recentemente, a companhia reforçou esse conceito ao lançar sua plataforma Marketplace, a Loja Vivo, com diversas marcas de tecnologia e ofertas que vão de notebooks a refrigeradores. É um passo que a empresa dá na direção de se tornar uma one stop shop, oferecendo ao cliente tudo o que ele precisa em serviços e itens digitais em um só lugar e fortalecendo a experiência da empresa no comércio eletrônico.

    A digitalização dos hábitos dos clientes impacta na performance das plataformas de e-care. O Meu Vivo se tornou o principal canal de interação, com mais de 75 milhões de acessos por mês e 18 milhões de usuários únicos. No comparativo de março e junho, o Meu Vivo Fixo cresceu seus atendimentos em 34%. A Aura – a inteligência artificial da empresa – está evoluindo para ser o canal mais avançado e relevante de interação com os clientes, respondendo de forma personalizada sobre serviços, consumo de dados, conta, recarga e outras dúvidas com mais de 90% de precisão. No mesmo comparativo, os atendimentos da Aura via WhatsApp cresceram 75%.

    Fibra mantém relevância durante a pandemia

    A receita de banda larga cresceu 6,7% em comparação ao ano anterior, impulsionada pelas vendas de fibra que evoluíram 47,6% no trimestre. No segmento de TV por assinatura, o IPTV teve aumento de 22,3% na receita e alta de 24,3% de acessos entre abril e junho. O crescimento contribuiu para minimizar a redução de 12,4% na receita total de TV e de 13% nos acessos, reflexo da estratégia mais seletiva, com foco em produtos de maior valor, como o IPTV e da decisão estratégica da Companhia de descontinuar as vendas da tecnologia DTH.

    A receita líquida total dos serviços fixos caiu 5,1% no comparativo anual, influenciada pela queda em voz e TV por assinatura, mas compensada parcialmente pelas receitas de banda larga e dados corporativos, que cresceu 4,6% em função do bom desempenho de serviços como dados, cloud, segurança, serviços de TI e vendas de equipamentos.

    A receita do serviço móvel caiu 1,5% no trimestre. O pós-pago sofreu menor impacto, com leve queda de 0,7%, enquanto no pré-pago a redução foi de 4,9%, em linha com a diminuição das atividades comerciais. A receita líquida móvel total reduziu 5,1%, reflexo da menor receita do serviço móvel e menor volume de vendas em aparelhos, com diminuição de 40,9% em relação ao igual trimestre do ano anterior.

    As perspectivas em relação à pandemia ainda são incertas no Brasil, mas o início da retomada da economia, ainda que gradual, deve fortalecer o consumo nos próximos meses. Ao final de junho, cerca de 80% das lojas da Vivo já haviam voltado às atividades, com a atenção redobrada e seguindo todas as orientações dos protocolos de prevenção à contaminação do novo coronavírus.

    Vivo Sustentável - Crescimento com responsabilidade

    A Vivo reforça seu compromisso com os critérios ESG (Environmental, Social and Corporate Governance). Como parte de sua política de adotar as melhores práticas no uso de energia renovável, a empresa passará a produzir sua própria energia por meio do modelo de geração distribuída. Serão utilizadas fontes renováveis de origem solar (61%), hídrica (30%) e de biogás (9%). A iniciativa abrange todas as regiões do País e responderá por mais de 80% do consumo da Vivo em baixa tensão. Além de contribuir com o meio ambiente, a medida deve gerar uma economia anual nos gastos com energia e impulsionar o desenvolvimento local das comunidades onde as usinas estão sendo implantadas.

    Em 2019, o consumo de energia 100% renovável permitiu à Vivo reduzir em 50% suas emissões diretas e indiretas de CO2 e neutralizou as emissões dos gases causadores do efeito estufa, a partir da aquisição de créditos de carbono convertidos em projetos socioambientais na região amazônica e no sertão nordestino. A iniciativa colocou a Vivo na liderança do setor e antecipou em 10 anos sua meta de ser carbono neutro, prevista para 2030.

    Como contribuição à economia circular, o programa Recicle com a Vivo, que existe desde 2006, coletou 111 toneladas de lixo eletrônico para reciclagem. A iniciativa mantém 1,6 mil pontos de coleta disponíveis em lojas e revendas em todo o País. Em 2019, as urnas do Recicle com a Vivo receberam 6,6 toneladas de equipamentos e acessórios, o equivalente e 113 mil itens.

    Durante a pandemia, a Fundação Telefônica Vivo destinou, de forma extraordinária, cerca de R$38 milhões para hospitais públicos de 12 estados brasileiros, contribuindo para a compra de insumos e equipamentos para as UTI´s e para a alimentação de 60 mil famílias em extrema pobreza. Ainda no período, reforçou o conteúdo de formação continuada de educadores e alunos, com cursos gratuitos durante o período de fechamento das escolas públicas no País. As plataformas online disponibilizam conteúdo para professores, pais e alunos complementarem a rotina de estudos em casa. Foram adquiridos ainda 200 respiradores importados da China, em parceria com o banco Santander Brasil.
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