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Vivo e re.green se unem para restauração de área crítica na Amazônia

São Paulo, 04 de novembro de 2025 – A Vivo, empresa líder em sustentabilidade no Brasil e a re.green, referência na restauração ecológica em escala, firmaram parceria inédita para a restauração e regeneração de áreas degradadas na floresta amazônica oriental, pelos próximos 30 anos, chamada de Floresta Futuro Vivo. Com a medida, a Vivo torna-se a primeira empresa brasileira a firmar contrato de restauração com a re.green. A iniciativa será desenvolvida na área conhecida como Mosaico Gurupi–Turiaçu, importante corredor ecológico entre o oeste do Maranhão e o leste do Pará, ameaçado pelo desmatamento e degradação. 

O projeto prevê a recuperação e proteção de aproximadamente 800 hectares de floresta, com o plantio e conservação de cerca de 900 mil árvores de 30 espécies nativas, em uma das regiões mais desmatadas do bioma. A iniciativa prevê a reconexão de fragmentos florestais, restauração das funções ecológicas, além de beneficiar espécies ameaçadas, como o cebus kaapori – um primata endêmico da Amazônia brasileira, favorecendo o retorno gradual e natural da biodiversidade. 

A re.green será responsável pela execução técnica e socioambiental do projeto, que inclui todo o desenho ecológico da restauração, desde a definição das espécies e manejo de sementes até o uso de tecnologias de monitoramento para acompanhar o crescimento das mudas, avanço da regeneração natural e os benefícios climáticos e ecológicos. 

Restauração

O projeto de restauração que será conduzido pela re.green no Mosaico Gurupi–Turiaçu envolve desde o mapeamento detalhado da paisagem até a implementação adaptativa em campo. Utilizando modelos próprios e ciência aplicada, o trabalho considera o potencial de regeneração natural de cada área para definir o esforço necessário de plantio. Espécies nativas são selecionadas com base em dados ecológicos e disponibilidade regional, cultivadas em parceria com uma rede de viveiros locais. A coleta de sementes é feita com rastreabilidade e critérios genéticos rigorosos, garantindo a diversidade e a resiliência da floresta em reconstrução. A implementação do projeto tem início previsto para o ano que vem, respeitando o calendário ambiental e as condições específicas da região. 

Mais do que plantar árvores, a re.green recria ecossistemas funcionais. A restauração promove a reconstituição dos fluxos hídricos naturais ao recuperar nascentes, recompor matas ciliares e favorecer a infiltração de água no solo — elementos essenciais para restaurar o equilíbrio do ciclo da água. Também impulsiona a conservação da biodiversidade, com potencial para beneficiar espécies ameaçadas. A floresta restaurada fortalece cadeias produtivas locais, como o manejo de sementes e frutos nativos, gerando emprego, renda e segurança hídrica para as comunidades do entorno. Tudo isso é monitorado com uso de tecnologia e alinhado aos mais altos padrões internacionais de restauração ecológica. 

Sobre a re.green - finalista do The Earthshot Prize

A re.green foi fundada em 2021, para enfrentar um dos maiores desafios da nossa era: restaurar florestas tropicais em escala, conjugando a geração de impactos para o clima, a natureza e as pessoas, com retornos financeiros atrativos e consistentes. A empresa é finalista do Prêmio Earthshot 2025, um reconhecimento ambiental global criado em 2020 pelo Príncipe William, do Reino Unido, para identificar, celebrar e apoiar soluções inovadoras para restaurar o planeta e resolver os maiores desafios climáticos da atualidade. Concorrendo na categoria Proteger e Restaurar a Natureza, a re.green foi escolhida pelo “trabalho desempenhado na reconstrução de ecossistemas ameaçados com tecnologia de ponta e ações conduzidas pela comunidade com enorme potencial de impacto”. 

 

Futuro Vivo

A Vivo tem a sustentabilidade como um pilar estratégico, o Futuro Vivo.  Seu compromisso com a natureza vem sendo construído ao longo dos anos, com metas ambiciosas e ações concretas. Desde o Acordo de Paris, em 2015, a empresa já reduziu em 90% suas emissões próprias de gases de efeito estufa, utilizando energia elétrica 100% renovável e com maior eficiência operacional. As emissões que ainda não pode evitar são compensadas com o investimento em projetos de proteção e regeneração da Floresta Amazônica.

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